sábado, 3 de julho de 2010

Review: Origin Of Symmetry (2001)


Quase tudo neste album é exagerado, uma coacção entre rock de três peças obsceno e algumas peças relativas a ópera que são extremamente canalizadas. "Bliss"são riffs de carnificina e letras corruptas sobre a inveja inocente. "Space Dementia" determina a grandiosa mestria de Matt Bellamy no piano. "Hyper Music" queima com uma nova arte genuína de punk.


Dado a sua palete de tons ultra vivos - Pureza, insanidade, corrupção, consciência virtual, Bach, metal e alienação mental. Não é surpreendente que eles se tenham excedido. Um Bellamy feliz a cantar (literalmente) ás borboletas em "Feeling Good". A fuga final do orgão é um pouco "hammer horror" em "Megalomania". Em "Dark Shines", "New Born", "Screenager", "Micro cuts" e claro "Plug in Baby" eles adicionam viciantes e originais serrações histéricas para a barreira do estremo rock.


É incrivel como uma banda tão nova na altura conseguiu carregar uma herança que inclui as versões mais negras de Cobain e Kafka, Mahler and The tiguer lillies, Cronenberg e Shoenberg e tenham feito um album atraente ao público.

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