quarta-feira, 31 de março de 2010

Sites não oficiais de venda de bilhetes dos Muse

Tendo fechado o ano passado museboxoffice.com, chegou ao nosso conhecimento que um novo site oficial afirmando a vender bilhetes dos Muse já apareceu na Internet. Este site, museliveconcerts.com chamado não é filiado a banda e nós acreditamos que, como museboxoffice.com, as pessoas que compram bilhetes a partir deste site podem não receber os bilhetes que eles pagaram.

Como Chris declarou na sua entrevista para a Radio 4 nesta sexta-feira,os Muse aconselharam ás pessoas a só comprar os bilhetes a partir de sites que seja anunciados no site oficial dos Muse . Por favor verifiquem a data dos espectáculos da tour no site oficial da secção "Tour Dates" antes de comprar bilhetes on-line e em caso de dúvida, enviem um email para help@muse.mu e o site saberá se considerando legítimo ou não.

Exclusivo muse.mu - Exogenesis parte 4 - Salvation


Está disponível em download gratuito para os fãs registados no site dos Muse, desde as 00:00 do dia de Hoje (1 de Abril), a parte 4 da sinfonia Exogenesis, chamada Salvation (Salvação traduzida para Português)

Deixamos o link em baixo disponível para quem quiser efectuar o download
Download

Guitarras iguais ás de Matt Bellamy estão finalmente á venda





A loja Manson do Reino Unido,  conhecida pelas suas guitarras, divulgou detalhes de um novo modelo. É a Manson MB-1, a mesma utilizada por Matt Bellamy (como mostra na foto acima).
Facilmente é possível dizer que essa é uma das guitarras mais avançadas e tecnológicas que existem.
Confira um vídeo demonstrativo dela disponível aqui em baixo:

Sinfonia Exogenesis inteira ao vivo? (Entrevista)




É isso mesmo. De acordo com a entrevista dada a revista Le Télégram, Os Muse tem planos de executar toda a sinfonia durante um concerto.   
Confiram a entrevista completa:   
  
Em apenas 10 anos, o trio britânico Muse já chegou no topo do mundo do rock. Já venderam mais de 10 milhões de discos, sem mencionar os seus espectáculos que estão sempre esgotados, mesmo nos grandes estádios. No próximo dia 15 de Julho, a banda irá apresentar-se na cidade de Carhaix,na França, no festival Vieilles Charrues.   
Christopher Wolstenholme, baixista dos Muse, tem grande prazer em voltar a tocar no festival, e isso fez o favor de dar uma entrevista por telefone, de Dallas, nos EUA, onde os Muse tocaram na quarta-feira, dia 17 de Março.   
A tour mundial dos Muse inclui apenas três datas na França: dois concertos no Stade de France, nos dias 11 e 12 de Junho, e uma também no dia 15 de julho, no festival Vieilles Charrues. Porque escolheram esses lugares para os espectáculos?   
CW – Isso veio de uma ideia que tivemos há uns 3 anos atrás. Quando nós tocamos no Estádio de Wembley, na Inglaterra, foi uma óptima experiência e também no Parc des Princes, em Paris. Nós gostamos muito da impressão que tivemos e queremos fazer mais concertos em grandes estádios pela Europa. O Stade de France é um lugar tão importante e acho que será um bom lugar para começar. Nós decidimos tentar fazer um concerto lá mas sem ter certeza se esgotaria ou não. Quando vimos que os bilhetes haviam esgotado em poucos minutos, decidimos fazer um segundo concerto. Estamos muito ansiosos em tocar num estádio como esse. Sabemos que o sucesso não irá durar para sempre, então vamos aproveitar a chance que temos! (risos)   
Vocês irão apresentar-se de novo no estádio de Wembley  em Setembro, certo?   
CW – Sim, será um espectáculo especial para nós, pois sabemos o quão histórico é aquele estádio. Como sou um grande fã de futebol, e tenho grandes lembranças de partidas disputadas lá que eu havia visto na TV, acho uma grande honra tocar em um lugar como esse. Também sei que o Stade de France é um lugar muito especial para o futebol francês, essa será outra grande experiência.   
Concertos em estádios são muito diferentes dos outros shows da banda?   
CW – É muito diferente, mesmo que isso me lembre um pouco os concertos em festivais que já tocamos. Por um lado a pressão é maior. Nos festivais são concertos em espaços abertos, com um grande público e há uma atmosfera de Carnaval.
Agora, nos estádios, a vantagem é que obviamente é o nosso próprio concerto, nós temos o controlo da situação. Eu tinha medo de ser um desastre, mas estava errado, pois em muitos concertos, como o de Wembley e Parc de Princes, a atmosfera foi incrível! Vamos passar por Vieilles Charrues pela terceira vez, a primeira foi em 2000, logo depois que lançamos o ‘Showbiz’  e depois foi em 2004, na tour do ‘Absolution’.  

Quais suas recordações desses concertos?
   
CW – Foram óptimos! Lembro muito bem desses concertos. O Vieilles Charrues é  muito grande. Para muitas pessoas, é quase como um ‘Glastonbury’ da França. Existem vários festivais menores na França, mas no Vieilles Charrues existe um público muito grande. Adoro festivais, eu me divirto muito neles. Certamente que isso nos tira um pouco da pressão, por estarmos a tocar com outras grandes bandas. Lembro na primeira vez que tocamos em Carhaix, vimos um concerto do Beck que também se apresentava por lá. Foi um espectáculo e tanto.   
Como você vê o progresso da banda nesses 10 anos? Definiram melhor uma meta para ser a maior banda do mundo?   
CW – Muita coisa aconteceu nesses 10 anos. Quando um grupo começa, ele lança seu disco,  tem sonhos e ambições de se tornar a atracção principal de grandes festivais, fazer seus próprios concertos em estádios. Mas muitas vezes essas ambições parecem até surreais demais. Desde que lançamos o nosso primeiro disco foi muito difícil imaginar tais façanhas, imaginar que um grupo pequeno como o nosso, iria tocar para mais de 70 mil pessoas. Na nossa mente, isso só era possível para nomes como U2 ou Rolling Stones, eles sim estão nesse nível. Nós poderíamos sonhar, mas apenas consideramos que isso realmente podia acontecer. Quando éramos jovens, vimos um concerto onde foram uns 2 ou 3 mil pessoas. Para nós, era nesse nível que queríamos chegar.   
Então as vossas expectativas foram muito ultrapassadas?  
CW – Demais, tudo foi muito mais longe do que sequer poderíamos imaginar. Somos extremamente gratos por isso. Não sabemos quanto tempo isso vai durar, mas agora parece que estamos no caminho certo. O nosso último disco foi um grande sucesso, sem falar que o público de nossos concertos está a crescer cada vez mais e mais. Isso mesmo na América. que sempre foi um interesse nosso, ser famoso nos EUA, pois fazíamos mais sucesso na Europa. Agora, nós também fazemos concertos em grandes estádios por lá também. Então sentimos que estamos progredindo muito, isso é algo muito bom depois desses 10 anos da banda! Principalmente, porque acho que muitos dos grupos de mesma idade que o nosso, podem dizer isso, que estão crescendo cada vez mais hoje em dia.  
Citando o nome de uma das novas músicas da banda, ‘Guilding Light’. Qual foi a luz que guiou o Muse ao sucesso?  
CW – Acho que a ‘Plug in Baby’ mudou muitas coisas em nossa banda. Esta é a primeira vez que observamos em grande escala. Quando lançamos o "Origin of Symmetry", e escolhemos Plug in Baby para ser o nosso primeiro single, muitas pessoas ficaram interessadas em nosso trabalho, em conhecer mais músicas nossas. Especialmente porque ao mesmo tempo, nós focamos-nos como uma ‘banda ao vivo’ depois disso. Sim, penso que Plug in Baby foi a música que mudou o destino dos Muse, empurrando-nos na direcção certa.  
Então está tudo voltado em como a música é ao vivo?  
CW – Certamente, em nosso primeiro disco, ocasionalmente ‘Sunburn’ e talvez ‘Unintended’ e ‘Showbiz’. Mas, ‘Plug in Baby’ é certamente além do seu tempo. Não consigo imaginar ela tornando-se ultrapassada. Pois, mesmo depois desses 10 anos, ela é a música que ainda faz os nossos fãs ficarem mais ‘loucos’  mesmo nos EUA, quando não haviamos lançado ainda o "Origin of Symmetry". A música fez com que os americanos ficassem totalmente fora de si, quando nos viram ao vivo. Sinto que isso só será realmente verdade daqui a uns vinte anos. (risos)  
Nos vossos concertos ao redor do mundo, as pessoas normalmente reagem da mesma forma em toda música?  
CW – Não, não. Nos EUA por exemplo, multidões podem agir de uma maneira muito diferente dependendo de qual estado em que se toca. Na Europa, há países como a França ou Espanha, onde as pessoas ficam totalmente fora de si. Por outro lado, na Holanda ou a Bélgica, eles pulam muito, em todos os sentidos. São os primeiros a ouvir a música e ver o espectáculo. Na Ásia, talvez porque as bandas não vão muito pra lá, as pessoas se tornam realmente insanas durante os nossos shows. Eu adoro actuar na Ásia!  
Vocês nomearam o último disco como ‘The Resistance’. Contra o quê é que vocês resistem?  
   
CW – O título refere se a várias coisas. Há trechos do disco que se refere ao mundo actual, com a crise económica, por exemplo. Acho que as pessoas possuem muitas razões para não formarem uma sociedade tão feliz no tempo em que vivemos. Durante a última década, o ‘Governo’ e os ‘grandes líderes’ andam a tomar muitas decisões que a população não concordou muito bem. Uma música como ‘Uprising’, por exemplo, que aborda essa questão dizendo : vamos nos unir e lutar juntos contra isso.
Organizar a resistência contra o que queremos, impor-nos contra a nossa vontade. Vamos fazer como nós escolhemos, uma vez que mantém uma harmonia com o resto das pessoas. ‘Resistance’ por outro lado, já tem um outro significado. A música tem como mensagem dizer um: convida uma pessoa a usar o amor como uma defesa contra as agressões externas. Ela diz basicamente que: é o amor que realmente importa.  
Sobre o amor, a canção ‘I Belong to You’, Matt canta algumas palavras em francês. A música foi dedicada para uma mulher francesa?  
CW – Não estou certo disso, acho que deve fazer essa pergunta diretamente ao Matt (risos). Ele canta em francês alguns trechos da ópera de Camille Saint-Saens, porque achamos que se encaixava perfeitamente em nossa música. Até queríamos colocar algum trecho em francês em ‘Exogenesis’, a sinfonia que fecha o disco.  
Vocês planeiam tocá-la ao vivo, com uma orquestra?  
CW – Nos nossos concertos tocamos apenas a primeira parte da música, ‘Overture’, nunca tocamos as outras partes. Estamos a pensar na possibilidade de tocá-la em etapas. Mas não sabemos se vamos usar músicos extras ou não.  
Os membros do Muse são da cidade de Teignmouth, Devon, perto da Grã-Bretanha. Você é muito ligado a sua terra natal?  
CW – Ah, sim! Este é o lugar onde cresci e onde eu vivo sempre. Eu não quero estar em outro lugar em Inglaterra. A minha família mora lá e é onde meus filhos estudam. Eu adoro Devon!  

[REVIEW] Muse - Black Holes And Revelations

Olá,
Hoje irei-vos trazer a Review do album de 2006 "Black Holes And Revelations".

"Take A Bow", boa música, contudo também não tanto, tendo os seus altos e baixos, o ínicio é simplesmente excelente, passado uns versos ouve-se o Matt a cantar "Burn In Hell For Your Sins", dando inicio à parte mais rock da música, segue-se uma parte de ir às nuvens e vir ou seja outra parte mais Rock da música, boa música, mas, que poderia ter mais um solozito de guitarra, "Starlight" outra música totalmente perfeita, com partes de baixo e piano totalmente lindas de morrer, e a voz do Matt está um "Must", Dominic Howard os Senhor Da Bateria "revirada do avesso" faz um acompanhamento simplesmente lindo, "Supermassive Black Hole", talvez a música mais conhecida dos MUSE, desde de 2006 para cá, é simplesmente lindo e a guitarra está com um efeito de morrer de delicia, a voz do Matt está totalmente linda, e o back vocal do Chris Wolstenholme é tremendo, passando já para a parte do solo é um solo totalmente excelente feito pelo Matthew, "Map Of The Problematique" é uma música excelente, das minhas favoritas da banda, uma música totalmente linda linda linda, cada vez que a oiço fico com os cabelos das pernas arrepiados de tão boa que é o acompanhamento do Dom Howard é excelente, uma música 5 estrelas sem dúvida, Soldier's Poem é talvez a música mais calma de todo o BHAR, não deixando de ser ela uma música excelente e totalmente linda "Invicible" é mesmo excelente, contando com o "Tap Solo" por parte de Bellamy e uns vocals poderosíssimos, "Assassin" é a música que me leva totalmente ao Climax, com aquelas batidas de bateria por parte do Dom e uns riffs de guitarra tremendos para não falar da baixadas que a música tem, it is just the perfect music, "Exo-Politics" é mesmo muito excelente, "City of Desilusion" e "Hoodoo" são particularmente as músicas que menos gosto do album, esta primeira por ser um pouco mais folk e a última por ser mais calma, "Knights Of Cydonia" é uma música esplêndida, que nos remonta aos tempos dos "cowboys", linda. Conclusão "Black Holes And Revelations" é um album lindo, talvez mesmo uns dos melhores da banda.

domingo, 28 de março de 2010

[REVIEW] Muse-Showbiz

Olá pessoal, sou o novo colaborador do "Knights of Wembley" e irei postar reviews, a Músicas, CD's, Concertos etc...
Hoje irei postar uma critica ao album "Showbiz" dos MUSE.

O albúm lançado em 1999, que é muito bom para 1º album duma banda, começando já pela 1ª faixa "Sunburn", conta com uma intro de piano simplesmente fantástica por parte do Sr.Bellamy, já para não falar do Dominic Howard, que faz um acompanhamento na sua bateria "revirada do avesso", conta com um solo de guitarra simplesmente esplêndido, e a sonoridade 5 estrelas, passando já para "Muscle Museum", talvez uma das músicas que ficaria bem num alinhamento em nome próprio, tem uma intro de teclados muito original, e o Dominic Howard sempre a acompanhar, após os primeiros versos, tem uns riffs, de guitarra totalmente excelentes que passam para uma parte da música mais pesada em que o Dominic utiliza os pratos, após essa parte dá-se por ouvir o inicio todo de novo e depois um solo de guitarra maravilhoso , é uma faixa sem dúvida esplêndida e épica. Este album conta com faixas totalmente excelentes como estas duas anteriores, seguindo-se "Fillip", outra faixa com uma intro magnífica, após os barulhos meios espaciais, ouvem-se uns riffs esplêndidos, que, antecedem uns versos mais "folk", mas originais e adequados totalmente à música, depois passados mais uns minutos, ouve-se uma fast parte totalmente linda e que me aperta o estômago, "Falling Down" é para mim a música mais fraca do album, sendo uma das poucas musicas, muito calmas e que o Matt, parece no inicio cantar opera, mas, por outro lado não deixa de ser boa, "Cave" é sem duvida para mim a melhor musica do album, a intro com os riffs rápidos e pesados, são totalmente uma delicia para qualquer ouvinte da banda, a música conta com a voz do Matt totalmente excelente, e o Dominic faz um acompanhamento talvez épico, "Unintended" é outra música calma mas excelente, porque a voz do Matt no inicio dos versos em "You could be my Unintended" é simplesmente arrepiante, "Uno" é outra música perfeita em que o que não falta é guitarradas, baixadas e ritmos de bateria alucinantes. "Sober", "Escape", "Overdue" e "Hate This and I'll Love You" são as 4 faixas perfeitas para se encerrar um album.
Conclusão, Showbiz, apesar de ser album de estreia é um album muito bom sem pontos fracos quase nenhuns. Épico mesmo.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Pré venda do Vinil da Sinfonia Exogenesis

Como foi postado aqui anteriormente, será lançada uma edição limitada da Sinfonia Exogenesis em Vinil 12".


No dia 17 de abril, chegará às prateleiras de lojas dos Estados Unidos e o Muse importará 500 unidades para o Reino Unido, para que os fãs de outros países tenham a oportunidade de comprar também.


Os fãs já podem pedir a sua cópia no site oficial dos Muse, através deste link, e custa aproximadamente cerca de 8,92 € (7,99 £)


No lado A, são encontradas as três faixas da Sinfonia Exogenesis e no lado B, a versão ao vivo de “Uprising”, gravada em Teignmouth e de “Resistance”, gravada em Lisboa.


Capa da Edição de Vinil da Sinfonia Exogenesis

quarta-feira, 24 de março de 2010

Sinfonia Exogenesis será lançada como single?






Surgiram alguns rumores  sobre a possibilidade da Sinfonia Exogenesis ser lançada como single. São duas fontes diferentes: o site THEPRP diz que a data de lançamento será dia 17 de Abril e o site Record Store Day diz que o conteúdo do single será:
- Exogenesis Symphony (Parts 1-3)
- Uprising (Live from Teignmouth)
- Resistance (Live from Lisbon)

E que só estarão disponíveis 2000 cópias somente em vinil 7”.
O Vinil não será comercializado em Inglaterra.

Muse de fora da Banda Sonora Original do Filme "Eclipse - The Twilight Saga"



Terceiro filme da saga de vampiros, Eclipse , vai ser o primeiro a não contar com um tema da banda britânica.
Os Muse escreveram uma "canção de amor" para Eclipse , o terceiro filme da saga Crepúsculo mas o tema foi rejeitado, disse o baterista Dominic Howard em entrevista ao site canadiano Dose.
Este será, assim, o primeiro filme da série cinematográfica de vampiros a não contar com um tema da banda britânica: "Supermassive Black Hole" foi usada em Crepúsculo e "I Belong to You" em New Moon .
"As pessoas completamente fora do mundo criativo são aquelas com quem é mais difícil lidar em Hollywood, por isso as coisas não resultaram", disse Howard, antes de acrescentar que a banda tenciona utilizar o tema rejeitado num álbum futuro.
"Trabalhámos na canção na Austrália, estávamos prontos para gravar. Íamos gravar algumas coisas com o Butch Vig, portanto talvez ainda o façamos. Tenho a certeza de que a canção vai ganhar vida num momento qualquer, mas não me parece que seja para este filme".

Documentário não-oficial dos Muse - Muse Under Review





Está á venda desde o dia 23 de Março, o DVD Documentário sobre toda a carreira do trio britânico, desde os seus mais pequenos espectáculos até aos enormes concertos em estádios como o HAARP em Wembley.

O DVD contém cenas de bastidores, imagens raras da banda ao vivo e diversas entrevistas, não só com a banda mas também com produtores e outros membros que fazem parte desta equipa. O documentário aborda os MUSE desde o início até ao ponto actual da sua carreira e a pré venda foi avançada pelo site da Amazon.
Sem dúvida algo que os mais fanáticos pela banda não vão querer perder.


Deixamos aqui um excerto disponível no YouTube para deliciar os mais fanáticos.





terça-feira, 23 de março de 2010

Muse descontentes com decisão da Warner Music

Os Muse estão descontentes com a decisão da sua editora em deixar de disponibilizar música para sites como o Last.fm, We7 ou Spotify.
Através destes sites de escuta de música em streaming, os utilizadores têm acesso às canções gratuitamente, uma vez que o serviço é pago através de publicidade. No entanto, a Warner Music anunciou, em Fevereiro, a intenção de deixar de apoiar este tipo de serviços.
Em entrevista à rádio BBC 1, o baixista Chris Wolstenholme mostrou-se desapontado com a decisão e disse que as bandas serão as grandes prejudicadas.
«É como se tirassem a tua canção da rádio, não é? Estás automaticamente a retirar a tua canção a um grupo de potenciais ouvintes», reclamou o músico dos Muse.
Wolstenholme acrescentou que a ideia de retirar as músicas dos serviços streaming nunca partiu das bandas, mas apenas das editoras que se sentem prejudicadas pela Internet.
«As empresas é que estão a ditar as regras porque estão desesperadas. Perderam muito dinheiro nas vendas de discos por causa da Internet. (...) [Mas] no que diz respeito às bandas, nós só queremos que as pessoas oiçam a nossa música, seja de que forma for», explicou.

Muse no Rock in Rio Lisboa 2010





Estão há venda desde o dia 24 de Fevereiro passado, os bilhetes para o festival Rock in Rio Lisboa 2010, onde os Muse são cabeças de cartaz do festival. O trio britânico volta a Portugal para re-apresentar o álbum "The Resistance", depois do concerto épico no passado dia 29 de Novembro no Pavilhão Atlântico. Em baixo fica o link para a compra dos bilhetes para o festival.


Compra de Bilhetes Rock in Rio Lisboa


Aqui fica o cartaz do 3º dia do festival Rock in Rio Lisboa 2010


27 de Maio
Muse
Snow Patrol
Xutos & Pontapés
Sum 41

Sociable

MUSE - UPRISING